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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Como administrar uma crise financeira?

Tudo em seu dia-a-dia estava perfeito. Trabalho, casa, amigos, família em total equilíbrio. Porém, a situação dá uma guinada e você, de repente, se vê no meio do furacão. As despesas aumentam e você não consegue honrar seus compromissos financeiros, a situação no emprego já não é mais tão estável; amigos e parentes se mostram cada vez mais distantes. O que fazer quando isso acontece?

Análise real do orçamento
Passado o susto, o melhor a fazer é analisar friamente o seu orçamento. Coloque nele sua receita real, se ainda contar com uma, e todas as despesas mensais. Liste aqui não apenas as contas de água, luz, telefone, celular etc., mas também as despesas com compras para a casa, vestuário, alimentação e medicamentos. Leve tudo em consideração.

Nesta hora você poderá se surpreender em como já vinha acumulando gastos maiores do que seu ganho, num padrão além do ideal, levando-o a uma situação difícil como esta. Porém, a hora não é de se lamentar: você pode solucionar tudo, desde que arregace as mangas e se direcione para o "ataque".

Corte de despesas
Visando o seu bem estar e o de sua família, não tenha medo de cortar para valer algumas despesas. Existem muitos itens em nosso dia-a-dia que podem ser dispensados numa situação como essa. Você sentirá uma queda em seu padrão de vida, mas, por outro lado, poderá pagar suas contas e isso é o principal.

Evite cair na tentação de contrair empréstimos para quitar dívidas. Opte por este caminho somente se não houver alternativa. Lembre-se: uma dívida leva à outra. O mais seguro, neste caso, é que você negocie suas pendências e corte o máximo possível de custos.

Apoio da família
Caso tenha filhos e cônjuge, procure envolvê-los na situação. É claro que você não passará aos seus filhos uma preocupação enorme que deve ser sua, mas é sempre saudável manter a transparência, fazendo com que colaborem na economia da casa, reduzindo a duração de uma conversa no telefone, pensando duas vezes antes de demorar no banho, enfim, travando uma verdadeira batalha contra as despesas.

Quanto ao seu companheiro, ou companheira, o ideal é que fiquem mais unidos do que nunca, compartilhando decisões e responsabilidades. Nesta hora, duas cabeças pensando conseguem melhores soluções para o problema que é importante sim, mas que não deve ser supervalorizado. Isso levaria a crise financeira para a vida pessoal, o que teria conseqüências ainda piores.

Fontes alternativas de renda
Se a crise financeira ocorre, mesmo você estando empregado, talvez seja interessante analisar sua situação profissional. Seu salário é compatível ao que você faz? Há chance de negociação? Caso isso não seja possível, procure, de forma criativa, buscar fontes alternativas de renda.

Caso sua esposa não trabalhe, esta pode ser a hora de começar a exercer uma atividade que lhe garanta algum retorno. O mesmo vale para os seus filhos, caso tenham idade suficiente para bancar seus estudos, por exemplo. Para isso, terá que mudar sua mentalidade. Não se sinta fracassado ou impotente diante de uma situação. Ao contrário, sinta que conta com uma família realmente estruturada para superar situações difíceis. E lembre-se: o problema, por mais difícil que pareça, é passageiro.


Fonte: Finanças Práticas

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Fique de olho na hora de parcelar suas compras



Você já sabe que controlar o orçamento é fundamental para sua saúde financeira. Segurar seus gastos faz parte dessa tarefa, já que todas as suas relações de consumo refletem diretamente no seu bolso.

Aprenda a negociar e faça uso dos seus direitos. Se a intenção é mesmo de comprar algo, certifique-se de ter pleiteado, e conseguido, as melhores condições para isso. Uma das principais dúvidas do consumidor se refere à possibilidade de parcelar o pagamento de suas compras.

Parcelar ou não?
Hoje em dia, nem sempre você consegue garantir um desconto no pagamento à vista, por melhor que seja a sua habilidade de negociar. Ao invés disso, os varejistas oferecem a possibilidade de pagamento parcelado sem juros.

A razão para isso é simples: para o consumidor, parece mais vantajoso o fato de comprar algo mais caro, porém em suaves prestações que não afetarão tanto seu orçamento, do que se desfazer de uma alta quantia de uma única vez...

Mas, pense da seguinte forma: se você tiver que pagar à vista um celular de R$ 500, você nem sempre se planeja. Mas, se puder parcelar em 10 vezes, talvez não se importe de comprar o aparelho por R$ 750 (ou seja, 50% mais caro), pois a prestação (R$ 75) ainda caberá no seu orçamento.

A menos que você mantenha um controle bastante bom dos seus gastos, o acúmulo de compras parceladas pode, sim, levá-lo ao descontrole financeiro. Por isso, fique atento às reais condições de pagamento!

Planeje a realização dos seus sonhos
Isso não significa abrir mão de seus sonhos, mas sim organizar-se para realizá-los. Afinal, para comprar alguns produtos, geralmente mais caros, parcelar o pagamento acaba sendo a opção.

Portanto, o caminho é estar consciente de que está assumindo um compromisso que afetará o seu orçamento, verificando com cautela se suas finanças comportam mesmo essa decisão.

Por mais que os juros tenham caído, eles ainda seguem elevados para o consumidor, de forma que financiar bens de consumo, sem avaliar bem as condições, não é recomendável. Ao invés de pagar a prestação, você pode poupar o valor e se programar para comprar o bem daqui a alguns meses.

Fonte: Finanças Práticas

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Orçamento: a ferramenta principal

A elaboração de um orçamento facilita o seu planejamento o que, por sua vez, permite que você alcance os seus objetivos financeiros de forma mais eficiente.

Que tal então pensar em orçamento como se fosse uma ferramenta? Pois é isso mesmo que ele é, listando a você despesas e receitas correspondentes a um determinado período (geralmente, o orçamento é mensal).

Da mesma forma que o computador ajuda você a executar suas tarefas do dia-a-dia e a dieta ajuda você a perder peso e gozar de uma saúde melhor, o orçamento ajuda você a adotar uma vida financeiramente mais responsável.

Dissocie a palavra orçamento da sensação de restrição, e pense no que pode alcançar com ele. Afinal, o que é um orçamento senão um plano de como pretende usar o seu dinheiro?



Fonte: Finanças Práticas

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Diária de imóveis no litoral está até 132% mais cara para o período de festas


Levantamento divulgado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (26) mostrou que os valores diários de locação de imóveis na praia para o Natal e Réveillon estão até 132,37% mais caros este ano.

Segundo a pesquisa, realizada com 72 imobiliárias de 12 cidades paulistas, essa variação corresponde à maior diferença de preço, verificada na locação de apartamentos de quatro dormitórios no litoral Centro, onde as diárias estão cotadas em R$ 1.540, frente aos R$ 662,75 do mesmo período do ano passado.

Preços

O aluguel diário mais barato para o feriado de Ano Novo é o de apartamento do tipo quitinete localizado em cidades do litoral Central, como Guarujá e Santos. A diária está cotada a R$ 138,33, em média, valor 0,24% maior que os R$ 138 do ano passado.

Também no litoral Central está o aluguel diário mais caro para o Réveillon – são R$ 1.631,82 por dia de locação das casas de 4 dormitórios, um aumento de 43,98% em relação aos R$ 1.133,33 cobrados no ano passado.

Já no litoral Norte, dos seis tipos de imóveis que se obteve valores médios de locação diária, quatro estão com valores maiores e dois com valores menores em relação ao Réveillon do ano passado.

Menores diárias estão no Sul

De acordo com o Creci-SP, mesmo havendo predomínio de altas na comparação com o ano passado, as menores diárias para o feriado da virada do ano estão no litoral Sul, à exceção dos apartamentos tipo quitinete, que estão mais baratos no litoral Central.

No segmento de casas, em cidades como Praia Grande e Peruíbe, as opções vão de R$ 200 (1 dormitório) a R$ 675 (4 dormitórios). As de três dormitórios estão cotadas a R$ 496,88.

É preciso correr

De acordo com José Augusto Vianna Neto, presidente do Creci-SP, há opções para todos os gostos e bolsos. “O que não há é muito prazo para que os interessados se decidam, porque a procura pelos imóveis já começou e deve crescer nestes próximos dias”, alerta.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dicas para reformar a casa e não entrar no vermelho


Antes de começar as obras, é preciso planejar. Quais são os gastos, quanto se tem em caixa e quais materiais podem ser trocados por outros mais baratos. Confira abaixo as dicas para reformar a sua casa.

Organização

Em primeiro lugar é preciso definir exatamente o que vai ser feito e o quanto você pretende gastar com o projeto. Esse passo vai orientar que tipo e quantidade de material que deverá ser comprado, quantos profissionais serão contratados, entre outros gastos.

“É importante manter os pés no chão e não achar que vai transformar a casa no castelo de Caras de uma só vez. Já vi pessoa se encantar com uma torneira de R$ 1.000, comprar e depois não ter dinheiro para fazer o revestimento”, conta a arquiteta Mariana Rodrigues.

Por isso, é essencial ter um orçamento detalhado, com o preço dos itens muito bem pesquisado, para o fim do dinheiro não chegar antes do fim da obra.

Livre-se de tentações e raciocínios como “Já que eu estou fazendo a reforma do piso, porque não pintar as paredes?” Isso só vai aumentar os seus gastos. O planejamento inicial ajuda a manter o foco na reforma.

Pesquisa de mercado

Analise bem as lojas e as opções de materiais e formas de pagamento. Algumas redes costumam apresentar grandes diferenças nos preços, formas de pagamento e nos juros. Mesmo em produtos parcelados e sem juros, é possível negociar um desconto se o pagamento for à vista.

“Algumas lojas de materiais de construção podem dar de 30% a 40% de desconto se o pagamento for à vista”, diz Luís Carlos Ewald, economista especialista em economia doméstica, professor da FGV e autor do livro Sobrou Dinheiro!.

Financiamento de material de construção

Quem não tiver recursos para tanto, pode optar por financiar o material, mas fique alerta aos juros cobrados pelos bancos. Uma das opções são as linhas de crédito para material de construção de bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

Na Caixa, a Carta de Crédito FGTS Individual é para aquisição de materiais de construção com uso do FGTS e prazo de até 10 anos para pagar. Saiba mais aqui.

No Banco do Brasil, os correntistas têm crédito para a compra de material de construção, do básico ao acabamento, e ainda armários e móveis planejados. É possível parcelar em até 60 meses e começar a pagar em 180 dias. Saiba mais aqui.

Consumidor atento

Na compra do material fique atento ao prazo de entrega e se o frete é cobrado ou não.

Quando for receber os produtos, confira tudo, incluindo as quantidades e os valores. Caso o material tenha vindo incorreto, não assine o recebimento nem aceite o produto. Faça uma observação das irregularidades no verso da nota fiscal. Caso você não possa estar no local da obra para receber o produto, oriente a pessoa que receberá o material para proceder dessa forma.
Fonte: Poupa Clique

terça-feira, 29 de junho de 2010

Concorra a Livros sobre Finanças Pessoais


Nosso objetivo é conhecer melhor nossos clientes para melhorar nosso atendimento e oferecer os melhores serviços para você. Pensando nisso, desenvolvemos uma pesquisa rápida.


Todos que responderem de forma completa concorrerão a 3 livros "Finanças Pessoais - Uma questão de qualidade de vida" de Maurício Galhardo, a serem sorteados no dia 02/08/2010.


É só clicar no link, preencher a pesquisa que não demora 1 minuto e já está concorrendo. http://migre.me/S9RF


Obrigado e boa sorte a todos!!