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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quer investir em ações? Confira 10 dicas para quem pretende entrar de cabeça nos investimentos

Chegou o salário das suas férias, mas ainda não há um objetivo firme sobre o que fazer. Sempre pensou em investir em ações na Bolsa de Valores, mas acha que esse tipo de negócio só se encaixa no perfil de executivos milionários.

Esse é um dos raciocícios que precisa ser desmistificado quando o assunto é investir em ações. Não há um pré-requisito para ser um investidor; é necessário apenas ter alguma reserva em dinheiro, ousadia, um toque de empreendedorismo e, sobretudo, paciência. Segundo a diretora de operações da Wintrade, Mariana Borges, ao comprar ações é feito um investimento de longo prazo que pode render bons frutos futuramente.

"A vantagem [do investimento] é a rentabilidade no longo prazo superior aos demais tipos de investimento e a possibilidade de diversificação em inúmeras empresas e setores, podendo potencializar resultados e diminuir riscos", destaca a diretora.

Para ela, o fato do retorno financeiro da compra de ações demandar um prazo considerável não assusta o investidor arrojado, que deve estar ciente de que as reservas não devem ser retiradas dentro de um prazo curto, sob pena de não obter retorno algum.

"Se a pessoa for um investidor consciente, que está na Bolsa para diversificar seus investimentos e estiver aplicando uma reserva que não pretende usar a curto prazo, que é o indicado, o prazo não irá desestimular", garante.

Ela prossegue afirmando que nenhuma operação é isenta de riscos, mas quando se trata de investimentos, estes podem ser mensurados e evitados. O toque é para se investir, preferencialmente, em empresas já consolidadas, o que já elimina vários imprevistos. Nesse caso, os únicos riscos são inerentes às flutuações do próprio mercado.

"Mesmo que haja uma desvalorização no curto prazo, se a empresa tiver potencial de crescimento e valorização, a rentabilidade do investimento acaba sendo recuperada quando o cenário econômico melhorar", afirma Mariana.

Já o consultor econômico José Góes enfatiza que o Brasil apresenta um cenário favorável para investimentos em ações, no entanto a recente crise pela qual o mundo passou ainda inspira certos cuidados.

"Se a economia mundial não atrapalhar, o país continuará em expansão, ou seja, com geração de renda, emprego, crédito. A conjuntura brasileira embasa o investimento em ações, mas há riscos por conta da situação mundial. O ideal, no momento, é comprar ações com preços o mais baixo possível", disse.

Dez passos

A especialista Mariana Borges enumerou dez passos para ajudar pessoas a entrarem no mundo dos investimentos. Confira:

1. Deixe de lado a ideia de que a Bolsa é só para "grandes" investidores, ela pode sim ser sua principal aliada na hora de fazer um bom investimento e garantir seu futuro;

2. Tenha consciência de que o investimento para ser saudável deve ser de longo prazo e que você não deve depender inteiramente do dinheiro aplicado;

3. Trace objetivos;

4. Estude e não aja por impulso;

5. Defina o valor inicial a ser investido e a quantia que será destinada à Bolsa mensalmente;

6. Busque informações. Não se deixe influenciar por "boatos de mercado", que geralmente confundem e não têm fundamento. Buscar fontes seguras ajuda na tomada de decisão mais consciente;

7. Seja disciplinado. O investidor disciplinado não sofre com as oscilações diárias da Bolsa e mantém o seu investimento no curso do longo prazo;

8. Escolha uma boa corretora. Hoje as corretoras oferecem uma série de serviços voltados para o investidor pessoa física, procure a que mais atenda às suas necessidades de investimento (informações, custos, ferramentas para sua tomada de decisão);

9. Abra sua conta e envie o dinheiro que será investido;

10. Antes de comprar uma ação, avalie a empresa. Afinal, a ação nada mais é do que parte de uma companhia, por isso é importante entender o que ela faz e se sentir sócio dela. Além disso, manter-se informado sobre a empresa é fundamental na evolução dos seus investimentos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Como negociar suas dívidas usando o 13º salário?

O mais recomendado pelos consultores financeiros é usar o 13º salário para pagar dívidas. Primeiro as mais caras, ou seja, as que cobram os maiores juros. Depois as baratas.

“Este é o melhor momento para quitar o que se deve, porque os bancos estão ávidos pelo dinheiro extra dos trabalhadores”, diz Marcelo Segredo, diretor-presidente da Associação Brasileira do Consumidor.

E como negociar? A regra de ouro é não ter medo de falar com seu credor. “As instituições contratam escritórios de cobrança para pressionar o consumidor a pagar sem negociar”, afirma Segredo. “Eles dizem que vão mandar um oficial na casa do consumidor e que vão, por exemplo, penhorar a geladeira.”

É importante saber que o poder de negociação está nas suas mãos. “Vejo casos em que uma dívida cai até 80%”, diz.

Não diga que você tem todo o dinheiro da dívida, ainda que tenha. “Pode falar que tem só a metade e que pode depositar agora na conta do credor”, afirma Segredo.

Se a negociação travar, aí não vai ter jeito. “A saída é ir todo mundo para a Justiça e fazer o pagamento em juízo. Ainda assim é mais vantajoso do que pagar tudo o que se está cobrando.”

Para ele, uma boa negociação só é feita com empresas que querem negociar. “Neste caso é mais fácil de todos saírem ganhando”, diz.

Dívida caduca?

Segredo faz um alerta. Existe uma lenda urbana que diz que depois de cinco anos a dívida some. Mas não é verdade. “Uma dívida não caduca. O nome do devedor sai da lista da Serasa e do SCPC, mas ele ainda vai ter restrições em todos os bancos”, diz Segredo.

Fonte: Uol Economia

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Jim Collins lista os cinco estágios até a falência


Nenhum executivo planeja falhar, mas algumas atitudes podem guiá-lo direto ao fracasso sem que ele tenha consciência. Por isso, em vez de apenas passar uma receita para o sucesso, o guru Jim Collins prefere falar do que leva as empresas à falência e como evitar que isso aconteça. Segundo o estudioso, ninguém consegue fazer uma companhia crescer sem ajuda de uma equipe, mas uma única pessoa é capaz de destruir a organização.

Considerado o sucessor de Peter Drucker, Collins é autor de quatro livros, como Empresas Feitas para Vencer e o mais recente Como as Gigantes Caem, lançado este ano no Brasil. Em palestra no HSM ExpoManagement, nesta quarta-feira (10/11), em São Paulo, o estudioso falou enfaticamente dos cinco estágios em direção à falência e deu orientações sobre as melhores práticas para fugir deles. Confira.

1) A arrogância que nasce do sucesso
O orgulho é também um pecado capital no mundo dos negócios. De acordo com Jim Collins, a arrogância diante de uma situação confortável de sucesso é o primeiro passo para a auto-sabotagem, já que leva à negligência sobre assuntos importantes do negócio. Além do desleixo, a prepotência também leva o executivo a pensar que ele, sozinho, é a chave do sucesso da empresa.

“O executivo arrogante não reconhece que o sucesso também pode se dever à sorte, ao acaso, às bênçãos, à ajuda de outras pessoas”, afirma. A antítese disse, segundo ele, é o líder que tem ambição pelo negócio e não por ele mesmo, que é humilde e tem boa vontade, que tem consciência de que, sozinho, não se constrói nada.

2) A busca indisciplinada de cada vez mais
No segundo estágio, o executivo arrogante se vê maravilhado pelo crescimento e continua querendo mais. No entanto, como diz a lei de Packard (criada por David Packard, co-fundador da HP), é mais provável uma empresa morrer de indigestão, por excesso de oportunidades, do que de fome. Collins assina embaixo dessa teoria e complementa: “se deixarmos que o crescimento exceda a capacidade de preencher os cargos certos com as pessoas certas, vamos cair. Temos que ter as pessoas certas para controlar o crescimento”.

Ao dizer “pessoas certas”, o especialista se refere àquelas que não precisam ser motivadas para realizar o trabalho, pois já têm a disposição necessária para isso. Ao contratar esses funcionários, a empresa deve se preocupar apenas em não desmotivar os trabalhadores. Os funcionários ideais, segundo Collins, também possuem a cultura e os valores da empresa, não precisam ser gerenciados o tempo todo, consideram que seu trabalho é mais do que um emprego, mas uma responsabilidade, cumprem o que prometem, têm maturidade para reconhecer os méritos dos outros e têm paixão pelo que fazem.

3) É melhor ter fé do que ser otimista
Existe uma grande diferença entre ser otimista e ter fé no futuro. Enquanto o otimista tem certeza que a situação vai melhorar em um tempo específico e determinado, a pessoa de fé espera que isso aconteça, embora saiba que há chances de se frustrar. O terceiro estágio diz respeito exatamente a essa postura otimista e pouco prudente que não enxerga os riscos e o perigo nos empreendimentos.

“Você precisa se perguntar ‘quais são os fatos mais cruéis do meu negócio?’. Só respondendo a pergunta é que conseguirá vencer”, afirma Jim Collins. O guru considera que é necessário fazer uma “autópsia” do trabalho, para verificar os riscos e montar estratégias para se proteger deles. Segundo ele, os riscos sempre vão existir, mas a forma de lidar com eles é determinante para a manutenção ou naufrágio do negócio.

4) À procura da salvação
Quando uma empresa chega ao estágio 4, as sirenes de alerta começam a tocar. Com resultados em queda devido à arrogância, indisciplina e negligência dos perigos e riscos, a alta cúpula procura alguém para salvar a companhia do colapso iminente. “Quase nunca dá certo buscar um líder de fora nesse momento crítico. Essa é uma atitude indisciplinada”, diz Jim Collins.

Para sair do buraco, a empresa deve resgatar sua razão de ser, sua cultura, valores, visão, ou seja, seu “ouriço”, como Collins costuma falar. Um executivo externo pode ajudar em alguns pontos, mas dificilmente ele irá ajudar a devolver a disciplina da empresa, uma vez que não a conhece a fundo. Nesse momento, o especialista orienta a buscar qual é a genética e a utilidade do negócio. Assim que a companhia resgatar seu DNA, ela terá forças para sair dessa fase. Caso contrário, cairá no próximo nível.

5) Capitulação para a irrelevância ou morte
“Eu tenho uma notícia boa e uma ruim. A boa é que uma companhia pode, sim, se recuperar do estágio 4. A ruim é que não há salvação no nível 5”, afirma Collins. De acordo com ele, não há muito o que aprender com as empresas que caem no estágio 5, mas há lições passadas pelos seus opostos que podem ajudar a evitar o fim da linha. O especialista indica que as empresas que perduram por décadas têm aspectos comuns de sucesso.

Além da fundamental estabilidade financeira, é necessário conhecer a missão, a razão de ser, da companhia. “É preciso entender como seria a vida do cliente se a empresa desaparecesse, do que ele poderia sentir falta”, diz. Os valores e a coerência, sustentados por uma base de líderes “certos nas funções certas”, também estão entre os motivos para o sucesso das empresas. O guru também orienta os executivos a ter sempre um propósito além do lucro, que nunca deve ser a finalidade única ou principal da empresa.



Fonte: Portal Exame

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dicas para reformar a casa e não entrar no vermelho


Antes de começar as obras, é preciso planejar. Quais são os gastos, quanto se tem em caixa e quais materiais podem ser trocados por outros mais baratos. Confira abaixo as dicas para reformar a sua casa.

Organização

Em primeiro lugar é preciso definir exatamente o que vai ser feito e o quanto você pretende gastar com o projeto. Esse passo vai orientar que tipo e quantidade de material que deverá ser comprado, quantos profissionais serão contratados, entre outros gastos.

“É importante manter os pés no chão e não achar que vai transformar a casa no castelo de Caras de uma só vez. Já vi pessoa se encantar com uma torneira de R$ 1.000, comprar e depois não ter dinheiro para fazer o revestimento”, conta a arquiteta Mariana Rodrigues.

Por isso, é essencial ter um orçamento detalhado, com o preço dos itens muito bem pesquisado, para o fim do dinheiro não chegar antes do fim da obra.

Livre-se de tentações e raciocínios como “Já que eu estou fazendo a reforma do piso, porque não pintar as paredes?” Isso só vai aumentar os seus gastos. O planejamento inicial ajuda a manter o foco na reforma.

Pesquisa de mercado

Analise bem as lojas e as opções de materiais e formas de pagamento. Algumas redes costumam apresentar grandes diferenças nos preços, formas de pagamento e nos juros. Mesmo em produtos parcelados e sem juros, é possível negociar um desconto se o pagamento for à vista.

“Algumas lojas de materiais de construção podem dar de 30% a 40% de desconto se o pagamento for à vista”, diz Luís Carlos Ewald, economista especialista em economia doméstica, professor da FGV e autor do livro Sobrou Dinheiro!.

Financiamento de material de construção

Quem não tiver recursos para tanto, pode optar por financiar o material, mas fique alerta aos juros cobrados pelos bancos. Uma das opções são as linhas de crédito para material de construção de bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

Na Caixa, a Carta de Crédito FGTS Individual é para aquisição de materiais de construção com uso do FGTS e prazo de até 10 anos para pagar. Saiba mais aqui.

No Banco do Brasil, os correntistas têm crédito para a compra de material de construção, do básico ao acabamento, e ainda armários e móveis planejados. É possível parcelar em até 60 meses e começar a pagar em 180 dias. Saiba mais aqui.

Consumidor atento

Na compra do material fique atento ao prazo de entrega e se o frete é cobrado ou não.

Quando for receber os produtos, confira tudo, incluindo as quantidades e os valores. Caso o material tenha vindo incorreto, não assine o recebimento nem aceite o produto. Faça uma observação das irregularidades no verso da nota fiscal. Caso você não possa estar no local da obra para receber o produto, oriente a pessoa que receberá o material para proceder dessa forma.
Fonte: Poupa Clique

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Não fique na dúvida - Tenha suas escolhas bem definidas!


Na história de “Alice no País da Maravilhas”, há um momento em que Alice está perdida, tentando encontrar o coelho branco, quando à sua frente parecem várias bifurcações. Há placas indicando caminhos, mas, como Alice não conhece o lugar, fica pensando qual deles tomar. Neste momento, em voz alta, ela pergunta:

_ E agora, por onde vou?
De repente, aparece em cima de uma árvore, como num passe de mágica, um grande gato listrado (o famoso Gato Mestre), que interroga:
_Posso ajudá-la?
Alice assusta-se, mas, como não existe mais ninguém por ali que possa lhe dar alguma informação, questiona:
_Senhor Gato Mestre, eu só queria saber que caminho tomar.
O gato então lhe responde:
_Óh! Isso depende do lugar aonde quer ir.
E Alice novamente explica:
_Mas eu não sei para onde ir.
Então o Gato Mestre lhe dá a solução.
_Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho lhe serve.

Essa história pode não passar de uma mera brincadeira ou diversão para crianças, mas, se pensarmos com atenção, é exatamente isso que acontece com a grande maioria das pessoas. Muitas não sabem aonde querem chegar e sem saber aonde querem chegar, fica difícil escolher um caminho. Podemos dizer que o primeiro passo para ter, ser ou conquistar alguma coisa é saber o que se quer. Pode parecer óbvio, mas vamos analisar algumas frases:

*Gostaria de ser rico.
*Quero melhorar minha qualidade de vida.
*Vou comprar uma casa maior
*Estou fazendo um regime para emagrecer
*Vou parar defumar
*Preciso de um emprego melhor ...Etc..Etc...

Para explicar, vamos escolher uma delas: Quero melhorar minha qualidade de vida, por exemplo. Para alguns, melhorar a qualidade de vida é poder ficar mais tempo com os filhos. Para outros, ainda, qualidade devida é poder viajar uma vez por ano ou simplesmente não ter de acordar cedo...Você percebe que uma mesma frase pode ter significados diferentes de acordo com quem a diz? E mais: quando perguntamos a alguém qual o seu objetivo de vida, ou meta de vida, precisamos fazer uma série de perguntas para entender o que realmente a pessoa quer. E sabe por quê? Porque a maioria ainda não parou para pensar o que realmente quer da vida. E, como na história de Alice no País das Maravilhas, senão sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve...à primeira vista, pode parecer que as frases retratam alguns dos nosso principais objetivos, mas na verdade não passam de sonhos.




Fonte: Livro Finanças Pessoais - Maurício Galhardo

Como poupar e onde investir o seu dinheiro


Se você está interessado em poupar ou investir o seu dinheiro, convém entender as possibilidades que o mercado financeiro oferece. Os termos complicados e as inúmeras siglas confundem o possível investidor. Por isso, é preciso saber quais os tipos de aplicações disponíveis, assim como suas vantagens e desvantagens.

Com orientações de Claudemir Galvani, professor de economia da PUC-SP, traçamos um rápido perfil de investimentos em Poupança, Fundos DI e de Renda Fixa, além de previdência privada.

Poupança normal e programada
Prefira a poupança se a sua faixa de aplicação, o que você for guardar todo mês, for de R$100 a R$200. É possível depositar os valores todos ou meses ou programar a transferência da sua conta corrente para a poupança todos os meses.

Fundos DI
Os fundos DI são adequados para faixas de aplicações mais significativas, algo em torno de R$10 mil ou mais. Contudo, podem ser ótima opção para valores a partir de mil reais.

Trata-se de um investimento de curto e médio prazo. Para longo prazo, eles são importantes na composição da carteira do investidor (reserva). Os fundos DI são a aplicação com menor risco no mercado, são rentáveis e contêm em suas carteiras títulos pós-fixados do Governo Federal. "Pós-fixado" significa que o rendimento será definido no dia do resgate.

A rentabilidade do fundo DI varia de acordo com a taxa SELIC, que é definida uma vez por mês, seguindo uma série de fatores, como a flutuação das taxas de juros. Em agosto, por exemplo, o fundo DI rendeu 1,1%. O rendimento será definido no dia do resgate, em função da taxa SELIC.

Quem aplica em fundo DI paga imposto de renda mensalmente, que é de 20% sobre o total da renda gerada; o valor é debitado da conta. O investidor também paga CPMF (0,38%) quando o dinheiro sai da conta corrente para o fundo.

É recomendável não mexer no dinheiro aplicado nos primeiros 30 dias. Se isso ocorrer, o investidor paga IOF, uma taxa decrescente que pode variar de 0% a 60% de desconto. Após 30 dias, o saque é livre.
Leia coluna sobre vantagens de aplicar em poupança ou em fundos de DI

Fundos de Renda Fixa (prefixados)
Se você já tem aplicações nos fundos DI e quer variar o leque de investimentos, a próxima aplicação poderá ser em fundos de renda fixa (pré-fixado).
Esse fundo aplica em papéis com taxas de juros previamente definidas e conta com títulos públicos pré-fixados, com variação cambial, com IGP-M, além de títulos privados, como CDBs e Debêntures.
Os fundos de renda fixa (pré-fixados) buscam oportunidades de retorno em cenários com probabilidade de queda nas taxas de juros, normalmente apresentando rentabilidade superior ao CDI quando esta expectativa se confirma.
Isso porque, quando os juros caem, o rendimento predeterminado dos fundos de renda fixa se torna maior que a remuneração das aplicações pós-fixadas que acompanham a SELIC e, portanto, passam a render menos. As faixas de rentabilidade são variáveis: quando maior o montante, mais rentável.

Quem aplica em fundos de renda fixa também paga imposto de renda mensalmente, em alíquota de 20% sobre o total da renda gerada. O valor é debitado da conta.
Assim como nos fundos DI, é recomendável não mexer no dinheiro aplicado nos primeiros 30 dias. Se isso ocorrer, o investidor paga IOF, uma taxa decrescente que pode variar de 0% a 60% de desconto. Após 30 dias o saque é livre.

Previdência privada
O programa de previdência privada é bom para pessoas com até 30 anos que possam aplicar no mínimo R$100 reais todos os meses e não precisem do dinheiro em curto prazo. Por exemplo, é um péssimo negócio para quem pretende "juntar" dinheiro. Bom mesmo é apostar em longo prazo, no mínimo 25 anos. O pagamento mínimo é de 10 anos.

Em casos de emergência, o correntista pode sacar o dinheiro, mas perde-se muito quando feito nos primeiros anos. O rendimento é mensal (aumenta o valor da cota). O eventual saque antecipado é permitido, mas é descontada uma parcela significativa.

O IR só incidirá no resgate, e isso é uma vantagem, já que nas demais aplicações financeiras o IR é recolhido mensalmente.


Fonte: PoupaClique

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Por que as empresas vão à falência?

Há diversas pesquisas que estudam os motivos pelos quais uma empresa vai à falência, mas se analisarmos todas estas pesquisas, podemos resumir a maioria das falências em cinco razões:

1) Misturar dinheiro PJ com dinheiro PF: A maioria dos donos de pequenas e médias empresas no Brasil não pára para analisar o que é gasto da empresa e o que é gasto pessoal. Desta forma, acaba pagando contas pessoais com dinheiro da empresa e vice-versa. Fica difícil saber se a empresa está sendo lucrativa ou não, pois o resultado final a cada mês está distorcido pelos inúmeros “saques” realizados na PF.

2) Ter um valor muito alto de Pró Labore: Como já escrito em artigos anteriores, o PL deve ser estabelecido em relação às funções que o dono executa no negócio. Na prática muitos fazer suas retiradas com base em suas necessidades pessoais, e não com base no valor que realmente vale o que fazem.
3) Falta de controle dos pequenos gastos: Poucos têm a real noção de que os chamados “pequenos gastos”, quando somados, podem se tornar altíssimos, causando a quebra de uma empresa. São os famosos: “eu não controlo isso, pois é pouco dinheiro...”

4) Falta de conhecimentos sobre juros: Por necessidade de crédito ou por má administração mesmo, buscam dinheiro rápido sem analisar o impacto que este crédito rápido trará ao seu negócio. Fazem antecipação de recebíveis sem pensar que quando antecipam, não terão mais este dinheiro lá na frente... e acaba se tornando uma bomba-relógio.

5) Falta de Capacitação em Gestão de Negócios: que na verdade engloba as quatro anteriores. Poucos empresários de dão o direito e dedicam tempo a se prepararem em Gestão. Com isso, gerenciam seus negócios por feeling, sem fazer uso de bons Indicadores de Performance.

Claro que estas não são as únicas causas de falência. Falta de metas, falta de planejamento, falta de conhecimento de mercado, concorrência, etc. também são fatores cruciais, mas os itens citados acima, que na verdade são puramente “Gestão Financeira” são os responsáveis por uma grande fatia das quebras... Vale ficar atento.

Um forte abraço e até o próximo artigo.
Maurício Galhardo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Palestra gratuita sobre Finanças Pessoais na Fnac Av. Paulista!

Leitores,

Gostaríamos de convidá-los para assistir a nossa palestra sobre Finanças Pessoais!

Local: Livraria Fnac Paulista – Av. Paulista, 901 – São Paulo – SP
Data: 20/09
Horário: 19h
Preço: Gratuito
Inscrições pelo link: clique aqui.

Para saber mais informações do evento, acesse o site da Fnac, corra que as vagas são limitadas!

Contamos com a sua presença!

Grande abraço,

Maurício Galhardo

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Gerenciar, Gerente, Gerência, Gerir... o que é o quê?

Ouvimos os termos gerenciar, gerente, gerência e gerir o tempo todo, mas será que o empregamos corretamente?

Abaixo um trecho do livro "Finanças Pessoais - Uma questão de qualidade de vida". de Maurício Galhardo:

"Gerenciar: 1. Dirigir uma empresa como gerente. 2. Exercer as funções do gerente.
Gerente: Que ou aquele que dirige ou administra bens, negócios ou serviços; gestor.
Gerência: 1. Ação de gerir, dirigir ou administrar. 2. Função do gerente.
Gerir: Ter gerência sobre; administrar, dirigir, gerenciar, governar.

Conseguiu entender?

Agora imagine um funcionário novo na empresa. Seu chefe o chama e lhe comunica:

- A partir de hoje você será responsável por gerenciar o departamento X.

E se você fosse esse funcionário novo, o que faria? Quais seriam suas primeiras medidas?

Você percebe que não é tão simples entender o que realmente significa gerenciar, ou administrar, ou gerir, ou dirigir algo?

Sempre que falamos em dinheiro, vem à nossa mente a expressão “administrar melhor o dinheiro”, ou “gerenciar minha vida financeira”, ou mesmo “gerir minhas finanças”. Eu não poderia deixar passar despercebida neste livro a minha visão de gerenciamento.

Gerenciar é:
1. coletar dados (verídicos e precisos);
2. analisar os dados coletados;
3. tomar decisões sobre as análises feitas (ações);
4. recomeçar o processo após a tomada de decisões.

Pode parecer um pouco simplista querer explicar o que é gerenciar em somente quatro palavras – coletar, analisar, agir, recomeçar –, mas acredito que essa forma direta vai ajudar até os mais experientes gerentes a se analisarem."

No decorrer da semana, postaremos em nosso twitter (@_galhardo_) algumas dicas complementares a esse assunto. Fique atento e boa sorte na sua gerência!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Despesas Necessárias (DN) x Despesas Dispensáveis (DD)

Para controlar as nossas despesas, temos que conhecê-las melhor, classificá-las.

"A explicação para essa forma de classificação é bem simples;

- Despesas Necessárias (DN) – aquelas que não podemos eliminar, pois são decorrentes de bens ou serviços estritamente necessários. Podem ser reduzidas, mas nunca eliminadas por completo. Por exemplo: alimentação.

- Despesas Dispensáveis (DD) – aquelas que podem ser tanto reduzidas quanto eliminadas por
completo. Como o próprio nome diz, são dispensáveis. Por exemplo: supérfluos.

Se você já sabe a diferença entre uma DN e uma DD, vamos a um rápido exercício:

Das despesas listadas abaixo, escreva à frente de cada uma se você a considera Necessária (DN) ou Dispensável (DD):

1 – Aluguel de casa onde você e sua família moram – R$ 600,00 por mês;
2 – TV por assinatura em sua casa – R$ 75,00 por mês;
3 – Vestido de festa – R$ 450,00;
4 – Notebook de última geração – R$ 3.200,00;
5 – Conta de energia elétrica – R$ 85,00 por mês;
6 – Combustível – R$ 250,00 por mês;
7 – Ir a uma lanchonete com seus filhos – R$ 85,00 – preço para toda a família;
8 – Taxas e Tarifas Bancárias – R$ 65,00 por mês;
9 – Lazer – R$ 320,00 por mês;
10 – Doações a instituições de caridade e igreja – R$ 180,00 por mês."

Agora conte-nos, como você classificou cada uma? Lembrando que não existe resposta certa ou errada, pois o que é uma necessidade para mim pode ser dispensável para você e vice-versa.

Este trecho foi retirado do livro "Finanças Pessoais - Uma questão de qualidade de vida", de Maurício Galhardo.

Grande abraço!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Em 2014, que tal ver os jogos do Brasil ao vivo?

Quando falamos em planos de curto e médio prazo, é comum nos animarmos mais, pois vemos a realização do plano mais em nossas mãos do que nos plano de longo prazo. Fazer uma viagem, comprar um automóvel, fazer um curso, são objetivos que normalmente planejamos com no máximo dois ou três anos de antecedência. Por isso, podemos chamá-los de curto prazo. E assistir à próxima Copa do Mundo, ao vivo? Também não seria um objetivo de curto prazo?

Como a próxima Copa do Mundo será no Brasil, é claro que tudo se tornará mais fácil. Menores serão os custos de deslocamento, visto que muitos trajetos poderiam até ser feitos de carro, sem necessidade de passagens aéreas tão caras. Mas, para quem gostaria de fazer parte deste “sonho”, vale começar já a se planejar:

- Quantos serão os jogos que você pretende assistir?
- Onde serão os jogos que você pretende assistir?
- Como você chegará lá?
- Onde se hospedará? Hotel ou casa de um amigo ou parente?
- Quanto gastará com os ingressos para os jogos?
- Quanto gastará com outras coisas – refeições, estacionamentos ou transporte local, brindes, etc.?


Ou seja, por mais que pareça simples, já vale à pena ir pensando. E mais do que tudo, talvez valha a pena já ir poupando um pouquinho pra isso. Assim você já garante sua presença na próxima Copa sem se enrolar com dívidas lá na frente.
Compartilhe conosco alguma experiência em quem você poupou para realizar um sonho ou atingir uma meta de curto prazo.

Um abraço.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sonho x Meta

Todos temos sonhos e desejos e para realizar nossos sonhos é preciso muita dedicação e força de vontade, sendo realmente uma tarefa árdua. Mas você sabe a diferença entre sonho e meta? Leia alguns trechos a seguir retirados do livro "Finanças Pessoais - Uma Questão de Qualidade de Vida", de Maurício Galhardo e esclareça alguns pontos.

"Para entender melhor o que sonho e meta têm e o que não têm em comum, vamos fazer um exercício.

Imagine por 30 segundos a casa dos seus sonhos! Pare a leitura, feche os olhos e imagine-a. (situação 1).

Pronto? Já pensou na casa dos seus sonhos? Lembrou de colocar uma piscina? Quadra de esportes? Lareira? Lembre-se de que a casa é a dos seus sonhos e você pode incluir nela o que quiser. Que tal uma bela churrasqueira? E uma varanda com redes para descansar? Uma garagem grande? Calma, não pense nos carros ainda, estamos só sonhando com a casa, por enquanto. Fica de frente para o mar? Ou numa colina, com uma vista maravilhosa de montanhas e vales? Pronto? Já está bom ou quer mais?

OK. Agora vamos fazer perguntas mais “reais” (situação 2):

Em que cidade/bairro fica esta casa? Quantos quartos ou suítes tem? Qual a área construída e a área total? Qual o preço dela? Como você poderia pagar por ela? Quando será sua? Quando estará quitada? Por que comprá-la?

Conseguiu perceber a diferença entre a situação 1 e a situação 2?

Na situação 1 estamos trabalhando sonhos. Pelo dicionário: Sonho – coisa imaginada, mas sem existência real no mundo dos sentidos. Nos sonhos vale tudo, é fácil colocar, tirar, trocar, substituir, aumentar, diminuir ou transformar.

Na situação 2, começamos a dar forma aos nossos sonhos. Esse é o processo mais eficaz de transformar sonhos em realidade. Quando começamos a fazer perguntas mais “reais”, conseguimos descobrir até que ponto um sonho é realizável ou não, em que prazo pode ser realizado e quais ajustes poderemos fazer para torná-lo real o mais rápido possível. A intenção de fazer tais perguntas não é jogar um “balde de água fria” nos sonhos, mas sim trazê-los para a realidade, fazê-los acontecer."

E você, está transformando seus sonhos em metas? Conte para nós o seu caso! Certamente poderemos te ajudar!

Para adquirir o livro Finanças Pessoas - Uma questão de qualidade de vida, mande um email para galhardo@galhardo.com.br.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Transformando Sonhos em Realidade

"Gosto muito da definição de que, para transformar sonhos em realidade, precisamos adicionar alguns números. Para isso basta perguntar: Quanto custa? Quando fica pronto? E assim por diante.

Quanto mais números conseguirmos colocar em um sonho, mais próximo da realidade ele estará. E sabe por quê? Porque, quando adicionamos números a um sonho, nós o transformamos em algo mensurável. Nós o tiramos do abstrato e o trazemos para o real.

Temos de transformar um Sonho em uma Meta Real. E, para ajudar você, vamos analisar melhor como estabelecer essas metas:

META R.E.A.L.

Para entender melhor o processo, primeiro devemos compreender o que exatamente é uma meta R.E.A.L.:

R-Razão de existência da meta. Relevância pela qual a temos.

E–Específica. Quanto mais específica for a meta, maior a possibilidade de fazê-la acontecer.

A–Ações/Atitudes para a sua realização. É o passo a passo para alcançar o que queremos.

L–Limite de tempo para a sua execução. Quando vai acontecer?"

Trexo retirado do livro "Finanças Pessoais - Uma questão e qualidade de vida", de Maurício Galhardo, diretor executivo da Galhardo Treinamentos. Para adquirir o livro, mande um e-mail para galhardo@galhardo.com.br.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Finanças Pessoais - Uma Questão de Qualidade de Vida

Já que o brasileiro trabalha até o dia 28 de Maio apenas para pagar impostos, a partir de agora é hora de ganhar dinheiro e de fazer seu dinheiro render.

Pensando nisso, Maurício Galhardo escreveu o livro "Finanças Pessoais - Uma Questão de Qualidade de Vida", leia a seguir um trecho do livro:

Para refletir:

Por que preferimos nos comprometer com o outro em vez de nos comprometermos com nós próprios? Por que é mais fácil ter disciplina em algo acordado com outra pessoa ou instituição do que com nós mesmos?

Vale pensar a respeito, pois a independência financeira é feita de Disciplina Autêntica. É não nos enganarmos assumindo compromissos com os outros e fazendo disso uma forma de conquistar nossos objetivos. Se desejarmos alguma coisa, conquistá-la deverá tornar-se um compromisso nosso. A isto se dá o nome de Liberdade Financeira: fazer, com nosso dinheiro, aquilo que queremos, no momento em que queremos.

Podemos assim conceituar Disciplina Autêntica:

É um Compromisso com o Futuro – Exige abrir mão de prazeres imediatos em troca de uma conquista maior a longo prazo. Esta tal Disciplina Autêntica é aquela que se estabelece de dentro para fora, baseada em sonhos e metas idealizados. É um contrato interno e não com outros. É a certeza de que realizaremos algo que NÓS queremos.
Acredito que agora você entendeu quando digo que HÁ fórmula mágica. Para se atingir a tão sonhada Independência Financeira, é só seguir a fórmula abaixo:

Independência Financeira = Conhecimento Financeiro + Conhecimento de Emoçoes + Disciplina Autêntica

Está vendo como se trata de uma fórmula e que é mágica?
Fórmula, pois juntamos ingredientes simples, que qualquer um pode conseguir. Mágica, pois a mistura desses ingredientes gera resultados maravilhosos.

Deixe seus comentários e perguntas e o autor Maurício Galhardo responderá.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Maurício é entrevistado por Paola Tucunduva

No final do ano passado, Maurício Galhardo participou do programa de entrevistas da UPTV “Alma do Negócio”, totalmente voltado para empreendedores. O tema era Gestão Financeira, e o bate papo foi puxado mais para os principais controles financeiros que uma empresa precisa ter.

O convite veio através da própria apresentadora do programa, Paola Tucunduva, um exemplo de empreendedorismo dos dias de hoje. Ficamos muito contentes em poder contribuir com o programa e falar sobre este assunto que é tão importante para o sucesso de uma empresa. Esperamos que todos tenham gostado da entrevista e que possa ajudar de alguma maneira. Para os que ainda não viram, abaixo o link para poderem assistir!

Bom programa!

Abraço!




Para os que querem saber mais do Programa Alma do Negócio acessem: www.programaalmadonegocio.blogspot.com